Sexta-feira, 30 de Março de 2007

Nefertiti

   

O Casal...visível o carinho

 

A beleza de Nefertiti

 

Fotos retiradas de Wikipédia

 

   Sou apaixonada pelo Antigo Egipto.

Sob as areias escaldantes, a história de esplendor de uma civilização, permaneceu ao longo dos séculos...milhares de anos se passaram...pouco a pouco tem sido revelada, mas o mistério  ainda envolve o povo que imperou no delta fértil do Nilo...

É inevitável o fascínio.

De entre todas as figuras que, um dia, foram pessoas de carne e osso, com sentimentos e emoções, sonhos e desejos, vida e morte, sinto uma especial atracção por Nefertiti.

 

Nefertiti (c. 1380 - 1345 a.C.) foi uma rainha da XVIII dinastia do Antigo Egipto, esposa principal do faraó Amen-hotep IV, mais conhecido como Akhenaton.

 


Desabafos de alemvirtual às 14:45
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Quarta-feira, 28 de Março de 2007

Loucura?

Uma casa rústica, modesta, perdida algures numa serra densa, frondosa, cortada aqui e ali por breves clareiras.

Raios de sol brincando atrevidos com os tufos de flores...

O chilreio alegre da azáfama dos pardais quebra  o silêncio da vida do campo...

Perto, uma nascente alonga-se num regato cantante de águas claras...

 

Mergulho os pés descalços e caminho devagar. Sinto a terra macia entrando por entre os dedos...

Inspiro profundamente. O aroma quente e doce de pinheiros e giestas enebria-me os sentidos.

Urzes, as minhas flores campestres preferidas, fazem-me lembrar do "Monte dos Vendavais". Mas aqui apenas uma brisa suave corre sobre o verde dos montes.

 

Abro a porta de par em par. Faço o mesmo às janelas. Corre pela casa uma lufada de ar puro.

Lajes de tijolo já gastas cobrem o chão. A lareira rasgada ao fundo da casa de entrada ainda deixa ver a marca cinzenta do fumo, subindo em colunas pela parede caidada de branco.

Cá fora, sob um velho telheiro descubro um forno, cansado de uma vida de côdeas tostadas...

Um galinheiro abandonado, espera...

Atrás, a terra assaltada pelo verde selvagem das urtigas parece mendigar que a desbravem. Imagino canteiros de alface, ervilhas crescendo enleadas nas videiras e um sem fim de outras culturas. Sinto o cheiro da terra e oiço o seu apelo.

Vagarosamente volto até à entrada. Transponho o umbral de novo, carregando uma caixa de papelão. Lá dentro, apenas vestígios da vida deixada para trás. Desses não queria nem me conseguiria separar... as palavras impressas e as melodias  preferidas.

 

Vou ao encontro do sonho de uma vida. Nesse sonho só entra a simplicidade.

 

 

(foto retirada defotos.sapo.pt/quico/pic/000kze52 )

Há quem diga que deliro....

 

 

Todas as histórias começam com "era uma vez" e são escritas no passado.

Esta reescrevi-a no presente, mas é a história de "era uma vez um sonho". Esse sonho aguarda e é cada vez mais simples...

 


Desabafos de alemvirtual às 14:36
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Sexta-feira, 23 de Março de 2007

Ano Europeu para a Igualdade de Oportunidades para todos

(Foto retirada de :jn.sapo.pt/2005/01/18/6335256.jpg)

Fome...

 

                (Foto retirada de: www.cciseta.com/web/JPG/pobreza-cciseta.jpg: )

                                             Pobreza...

 


(Foto retirada de: noema.typepad.com/.../20040213photos04.jpg)

Guerra...



(Foto retirada de: www.corde.rn.gov.br/imagens/deficientes.jpg)

Portadores de deficiência...


(foto retirada de:torrinhasnetianos5c.blogs.sapo.pt/arquivo/esc...)

Analfabetismo...

                  (foto retirada de:www.geocities.com/paulo065/images/racismo.jpg)

Racismo

O esquecimento também promove a desigualdade.

 


 


Desabafos de alemvirtual às 21:14
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Terça-feira, 20 de Março de 2007

Um malmequer no meu jardim

Olhar vazio, perdido no nada.

O vento agitava-lhe os cabelos, rebelde, indiferente à silhueta imóvel, recortada na luz áurea da manhã.

 

Voltou-se, lentamente, como se um apelo silencioso penetrasse no âmago do seu ser. Atraída pelo mudo chamamento, olhou em redor. Frio. Luz.

Era a despedida da estação adormecida.

Sorriu...

Um pequeno malmequer tinha despontado no seu jardim.


Desabafos de alemvirtual às 22:11
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Segunda-feira, 19 de Março de 2007

Dia do Pai

(foto retirada de: www.wmaker.net/portorl/photo/333968-412354.jp...)
 

Não podia deitar-me sem te prestar uma pequena homenagem. A ti, que tudo merecias.

Tu sabes, estou exausta.

 

Sinto-te aqui, perto de mim. Nunca me abandonaste.

Partiste há muitos, muitos anos...era eu pequena. Nem sequer imagino a dor que deves ter sentido ao perceberes que tinha chegado a hora de descobrires o sentido da eternidade.

Nós, ainda mortais, não conseguimos vislumbrar coerência nestas coisas...tu sabes porquê...sabes a falta que fizeste, a dor que ficou e a saudade que permanece.

Hoje, lembrei-me dos cheiros da minha infância, quando sentia o calor da tua mão, via a alegria do teu sorriso e deliciava-me com as tuas brincadeiras...tempos que não voltam, mas que permanecem para sempre.

Voltei a sentir o aroma quente dos pinheiros, ouvi a caruma seca estalar sob os meus pés e a tua voz forte a chamar-me:"Paulinha..."

Lembrei-me de tudo ou quase tudo...e voltei àquela casa, àquela vinha, àquele lugar...revivi...voltei a ser criança...a criança que nunca deixou de o ser. Tal como tu, pai. Tu também conservaste a alma de criança.

Parece que ainda sinto o cheiro do mosto e o aroma doce daquelas deliciosoas tortas de chocolate...

 

Estas páginas de vida, um dia terão que ser escritas.

 

Pediste-me que nunca chorasse por ti. Em todos estes anos, cumpri sempre a minha promessa. Nunca choro por ti. O coração parece estalar, mas os olhos ficam secos e os meus lábios nunca deixaram de sorrir...


Desabafos de alemvirtual às 23:42
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Segunda-feira, 12 de Março de 2007

Tu que nas margens do Lago...

 

O Lago de Tiberíades ou Mar da Galileia sempre exerceu um enorme fascínio em mim. Desde criança, imaginava reencontrar Jesus nas margens do lago.

Ao longo da minha vida, busquei-O. Chamei-O. Queria ouvi-LO bater à minha porta. Queria que Ele entrasse na minha vida. Imaginava-O passando perto de mim, a sua túnica roçando o pó do chão e eu a tocar-lhe...como a outra mãe...aquela a que Ele disse: "Vai. O teu filho está curado".

 

Fui em busca de Jesus às margens do Lago. Sabia que estaria lá à minha espera.

 

Ao caminhar na direcção da água, olhava o Lago, as suas margens verdes e deixava o olhar perder-se vagueando naquela imensidão...a paz emanada daquele lugar, invadia-me, aturdia-me e eu deixei-me embalar no entardecer daquele dia.

Vi-O. Sentado numa pequena rocha...parecia absorto...olhos postos algures no infinito...cabeça levemente inclinada, apoiada na Sua mão direita...com a esquerda, juntava pedrinhas num pequeno montículo.

Tinha uma túnica tecida grosseiramente, parecia-me pesada, de cor quase mostarda.

 

Aproximei-me devagar. Os passos abafados pelo tapete fofo do chão. Não O queria perturbar. Apenas aproximar-me. Tocar-LHE. No meu coração ia a minha súplica e ela preenchia toda a alma.

Ele sentiu-me e voltou-Se. Sorriu em silêncio. Ergueu-se. Percebi que estava à minha espera. Estendeu a mão na direcção da água e vi surgir a minha filha. Caminhava ao seu encontro devagar, olhando-O. Por breves instantes desviou os olhos e o seu olhar encontrou o meu. Era um olhar de confiança e eu soube que o milgare ia acontecer.

 

Puxou-a suavemente para si e abraçou-a, estreitando-a contra o seu peito...o tempo parecia suspenso e eu acreditei ter passado uma eternidade. Depois, colocando-Lhe as mãos nos ombros, afastou-a ligeiramente de si. Envolveu-a num doce olhar... não o sei descrever, tal era a sua intensidade...beijou-a na testa e sorriu-Lhe. Pareceu-me que lhe soprou ou sussurrou qualquer coisa, inaudível para mim.

Pouco a pouco os dois desvaneceram-se diante dos meus olhos...sumiram-se assim, olhando-se mutuamente...lançaram-me um derradeiro olhar e as suas imagens desapareceram por completo.

Senti que os meu olhos ardiam e percebi que chorava. Chorava de alegria e uma felicidade imensa transbordava do meu ser. Dei uns passos em frente, hesitantes porque estava trémula de emoção...Dirige-me para o lugar onde antes eles tinham estado..

À minha frente estendia-se a superfície calma das águas...espelho a reflectir o azul do céu...as avezitas chilreavam em redor...soprava a mesma brisa quente...nada tinha mudado e contudo tudo era diferente para mim.

Sentia um perfume de flores a inundar o ar...olhava a pedra onde antes tinha estado sentado de Jesus...Imaginei-O?

Um montinho de pequenos seixos continuava junto da pedra. Apanhei uma e apertei-a junto ao meu coração. E na pedra onde antes tinha visto o Senhor, sentei-me e descansei das tribulações da vida. Os meus lábios e o meu coração em júbilo ensaiaram uma oração de louvor.

Graças te dou Senhor.

 

 

 


Desabafos de alemvirtual às 09:46
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Sábado, 10 de Março de 2007

Mãe, casei

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Ave Maria
Gratia plena
Maria, gratia plena
Maria, gratia plena
Ave, ave dominus
Dominus tecum
Benedicta tu in mulieribus
Et benedictus
Et benedictus fructus ventris
Ventris tuae, Jesus.
Ave Maria

Ave Maria
Mater Dei
Ora pro nobis peccatoribus
Ora pro nobis
Ora, ora pro nobis peccatoribus
Nunc et in hora mortis
Et in hora mortis nostrae
Et in hora mortis nostrae
Et in hora mortis nostrae
Ave Maria

 

Dia 9 de Março de 2007

Casou a minha menina!

Sem flores, sem grinaldas, sem violinos, sem música, sem véu, sem rendas brancas, sem ninguém presente e sem ninguém saber...

Apenas eles.

Eles e o sofrimento...eles e o amor...eles e uma corrida...

"Bem-aventurados os que choram,
porque serão consolados"

Que o céu se comova com esse gesto...Te conceda tréguas, meu anjinho de ternura...

Multiplique em sorrisos e momentos felizes todas as dores que tens sofrido.

A.P.


Desabafos de alemvirtual às 08:43
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Sexta-feira, 9 de Março de 2007

Da minha "rainha" Margot

 

Hoje, ela está mal. A cada dia que passa, aumenta o seu mal-estar...as dores...a sensação febril (sem ter febre)...a angústia.

Chorou. Poucas vezes, chora. Hoje já chorou. Pediu-me desculpa por o fazer, mas foi inevitável.

Que posso eu fazer, mãe impotente perante o crescente sofrimento daquela que muito amo?

De manhã, ao arrumar-lhe o quarto, entre os seus livros (agora supérfluos, mas nunca esquecidos) encontro um pedaço de papel. A caligrafia irregular, mostra bem o seu estado de espírito quando o escreveu. É um pedaço que sobrou de umas quantas folhas arrancadas. Guardo-o. Muitas vezes ela escreve, desabafando nas linhas vazias os momentos mais difíceis do seu viver. Raramente mostra o que escreveu. Eu, qual gatuno sorrateiro, tento aqui e ali descobrir esses desabafos, para compreender melhor o seu estado de alma. Talvez não devesse...ela que me desculpe.

Quis vir aqui transcrever as linhas que encontrei,  as que sobraram, depois de ter destruído as confidências dessa hora. Não sei em que dia foi, mas isso também não importa.

...." turbilhão ambíguo de pensamentos, sentimentos...(ou não?)

Com o crepúsculo em mim, vou ter à terra dos sonhos onde só me podem atormentar quando o sol diz "olá" ao mundo.

Que mágoa que é este labirinto tortuoso da existência, sempre com fantasmas grotescos a espiarem-me em cada senda que tomo.

Apetece-me chorar, mas o rio lacrimal secou de tanto ser usado...."

Margot

 

Quem nos pode ajudar?

A.P.


Desabafos de alemvirtual às 14:13
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Quinta-feira, 8 de Março de 2007

Um pouco deste dia...

 

Escrevo estas linhas, sentadas numa sala de espera de hospital. À minha frente, uma placa informa: “Porta 10 – Anestesia”.
A sala onde me encontro e o corredor estão cheios, como sempre que aqui venho (e são muitas, muitas, vezes...). Hoje, apenas idosos enchem os bancos e aguardam pacientemente que anunciem o seu nome, através dos altifalantes. Esperam a sua vez como esperam que, ao entrar na sala respectiva, aí encontrem a coragem e uma nova esperança de vida. Todos, sem excepção transportam, dentro de si, um inimigo silencioso que lhes corrói o corpo.
Há dias em que encontro crianças, mas hoje não. Ainda bem.
Há muito tempo que a minha filha trocou os bancos da faculdade pelas camas de hospital.
Incompreensivelmente para mim, ela diz que, ao recobrar a consciência após cada cirurgia, sente o cheiro dos lençóis, inspira esse odor característico e sente-se reconfortada, segura...”cheguei a casa” – é o que pensa....confidenciou-me isto há pouco tempo. Embalada no conforto daquele cheiro familiar, fecha os olhos e adormece. Cai num sono entrecortado pelo ruído alarmante que, de vez em quando, as máquinas emitem...aviso alarmante de que algo não está bem. Solícito o pessoal hospitalar acorre. Sempre atentos, médicos e enfermeiros...mexem aqui e ali, em fios, em botões...olham aqueles monitores e percebem a informação transmitida. Eu, de coração apertado, sinto pavor daqueles sons, dos números, dos gráficos. Pouco a pouco, vou entendendo aquela linguagem mecânica e luminosa. De olhos pregados naquelas luzinhas, acompanho a jovem que se abandona na branca cama de hospital e se entrega à dor, sem um queixume....
Hoje, a sua juventude choca-me ainda mais. Destaca-se no mar de rostos sulcados por rugas, emoldurados por fios brancos de cabelo.
A sua juventude grita muda, rebelando-se contra este lugar que não devia ser o seu.
Chamam-na. O seu nome ecoa na sala. Todos a olham quando se levanta e caminha de cabeça erguida e sorriso no rosto (aquele rosto tão belo) para a Porta 10. Também o seu nome é bonito. Invulgar como ela, jovem de olhos enormes e exóticos. Ironia...até o seu percurso de vida tem sido invulgar....
Foi atendida por uma médica com sotaque espanhol. Inúmeros médicos e enfermeiros do país nosso vizinho, aqui prestam serviço (de excelente qualidade, sublinhe-se)...Só posso tecer os maiores elogios, todos os louvores serão merecidos ao pessoal do IPO de Lisboa. Desde o pessoal auxiliar às voluntárias que aqui tentam minimizar a dor alheia (porventura, inventando sorrisos, palavras de coragem e carinho quando também vivem ou viveram dramas semelhantes). Bem hajam a todos.
Ela, sempre corajosa colocou ainda inúmeras perguntas. Enfrentou as respostas. A certeza e as incertezas. Jovem heróica. Saímos. Subimos aos 6º andar que será o seu “alojamento” neste futuro próximo. Ela gracejou...Ainda bem que estou a subir!!(costumava estar internada no 5º Piso) Mal é se começo a descer!! Rio-me com ela. Este humor “negro” disfarça muita angústia.
Tal como diz uma antiga canção:”On doit souvent, sourrir quand on voudrait pleurer”...

 

 

A.P.


Desabafos de alemvirtual às 19:01
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O poder mágico da Lua

( foto retirada de: osmanos.blogs.sapo.pt/arquivo/etoile-1.jpg)

Ao encontrar esta lindíssima imagem, lembrei-me imediatamente de uma canção de que gosto muito de Alessandro Safina, "Luna".

Choeur: Only you can hear my soul, only you can hear my soul

Luna, tu
Quanti sono i canti che risuonano
Desideri che attraverso i secoli
Ha soltanto il cielo per raggiungerti
Porto per poeti che non scrivono
E che il loro senno spesso perdono
Tu accogli i sospiri di chi spasima
E regali un sogno ad ogni anima
Luna che mi guardi adesso ascoltami

Choeur: Only you can hear my soul, only you can hear my soul

Luna, tu
Che conosci il tempo dell'eternità
E il sentiero stretto della verità
Fa più luce dentro questo Cuore mio
Questo cuore d’uomo che non sa, non sa

Che l’amore puo nascondere il dolore
Come un fuoco ti può bruciare l’anima

Luna, tu
Tu rischiari il cielo e la sua imensità
E ci mostri solo la metà che vuoi
Come poi facciamo quasi sempre noi
Angeli di creta che non volano
Anime di carta che s'incendiano
Cuori come foglie che poi cadono
Sogni fatti d’aria che svaniscono
Figli della terra e figli tuoi che sai

......................................................................

 

Lua, eterno elemento feminino

Lua sonhadora, Lua criadora,

Lua companheira,

Lua solitária e Lua da minha solidão,

Lua do desespero, Lua da confidência,

Lua do desabafo, Lua da oração,

Lua, tu conheces cada fibra do meu coração enrugado

Cada marca e cada cicatriz

Pudesse eu escolher e teria exigido um coração perfeito

Passaria incólume pela vida...

A.P.

 

 


Desabafos de alemvirtual às 00:00
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